terça-feira, 6 de maio de 2008

AS RELIGIÕES e as suas importâncias depois de Cristo e as suas consequênçias

Tendo em conta que praticamente todos os Países deste Universo terrestre, tiveram ou tem influências religiosas, considero importante obviar que também é devido as mesmas que não existe paz em definitivo na Terra. Enquanto os poderes de uma maneira geral não se abstraírem de tal influência existirá sempre a ganancia agarrada ao poder e não só. Estamos no ano de 2008, e não aprendemos nada desde à 2000 anos para cá. Senão vejamos.
Jesus nasceu e conseguiu movimentar massas porque na altura estavam sob o domínio do Império Romano, e não viam com bons olhos alguém como Jesus retirar-lhes as suas influências imperiosas. E os pobres eram tantos. Tal como se sabe retiravam-lhes uma grande parte do que ganhavam. Se analizar-mos bem, nos pontos da guerra hoje em dia e 2000 anos depois a lógica de guerra é a mesma. No Iraque os Americanos que são um pouco analfabetos quanto á história dos Povos invadem o Iraque acusando o Sadam como o mal do Mundo, sem ter em atenção que aqueles Povos tem uma cultura própria. Nada comparada aos Países desenvolvidos. Tem os seus hábitos e costumes e assim provocaram uma guerra interminável ao qual poderá ser outra Palestina. Ou seja, mais uma guerra sem fim á vista. Guerra esta também provocada pelo petróleo, e ao mesmo tempo lá está o Islamismo em confronto com os costumes ou religiões mais desenvolvidas.
Devo dizer que fui Católico na minha juventude mas sempre com alguma incerteza, pois tinha sempre duvidas que me surgiam e nunca obtive resposta quando questionadas a outrem. Com o tempo fui tomando conheçimento e lendo sobre esta matéria que muito me interessava. Entretanto surge a minha viagem ao Egipto, que é um País maioritáriamente islamico e então aí deparei que entre os católicos e os islâmicos existia grandes diferenças, mas a maneira de influênciar os povos é a mesma mas de maneira diferente. O facto de rezarem 4 vezes por dia com tanto afinco estivessem onde estivessem. Entretanto, as vezes que vou a Fátima fico impressionado com os crentes a fazerem promessas quanto a mim desumanas. É que eu não acredito simplesmente que se Deus nos estivesse a ver não consentiria que as pessoas fizessem tal acto a seu propósito. Eu acredito num Deus uno que é a Natureza perfeita. Mas, julgo que acreditando na versão deles. Que Deus nos está a ver. Ficaria bem ofendido por tais actos. Julgo que se preocupava mais que as pessoas fossem felizes. Que não fossem tão hávidos de inveja. Que estivessem mais próximo daqueles que não sabem ganhar o pão do dia a dia porque ninguem mais próximo lhes soube ensinar. Não aceitaria aqueles semblantes carregados de silêncio profundo nas igrejas e nos conventos assim como nas outras religiões. Julgo que Deus deveria querer sempre alegria. Quanto a mim a Budista ainda assim é a que se apróxima mais da realidade humana e universal.
Voltando a Romanização. Mesmo assim, para a época foram um Império muito importante e evoluído. Embora não aceite as vicissitudes por eles impostas no império, mas foi por influência deles que ainda hoje utilizamos matéria inventada e utilizada por esse Império. Como exemplo ainda hoje a numeração Romana. As telhas tipo cana hoje utilizadas nas casas mais antigas e até nas modernas. As arenas. As Touradas que sou contra, mas foi ao longo dos Séculos uma forma de alterar os costumes do Império. A cerâmica e as estradas foram bem determinantes na conclusão do império.
Como acontece com quase todos os Impérios, lá chegou o seu fim até aí pelos anos 800 dc., claro desta vez com as varias tribos Germânicas que quanto a mim ainda foram piores do que os que os antecederam.
De certa forma no Século XVI a Santa Sé como que golpada final embora alguns Séculos depois, viu-se obrigada a criar leis muito rígidas como a santa inquisição. Seria uma forma de obrigar os Povos a esquecer os Impérios e regimes tribais existentes na altura.

1 comentário:

CatarinaGarcia disse...

Só uma coisa, o Império Romano do Ocidente caiu em 476 d.C e o do Oriente em 1453 d.C. :)
gostei muito do texto!